A simulação do crime que resultou na morte da influenciadora Adriana Alves Oliveira foi realizada em Santa Luzia, no Maranhão, após a Justiça negar o pedido de adiamento feito pela acusação. A principal dúvida é o calibre da arma que causou a morte de Adriana.
A acusação solicitou que a reconstituição fosse feita com um revólver de calibre 38, já que a simulação envolve uma perícia acústica. No entanto, a defesa argumenta que a ordem processual foi invertida, pois, segundo ela, deveria primeiro ser identificado o tipo de arma e munição, e verificado se a munição encontrada é compatível com as lesões no corpo da vítima.
Os pais de Adriana expressaram seu sofrimento com a perda da filha. O pai de Adriana lamentou a morte da filha, lembrando que, no momento do crime, o Maranhão já registrava 35 casos de feminicídio. A mãe de Adriana expressou o sofrimento de acompanhar o andamento do processo, sustentando-se nas outras filhas e no neto de Adriana.



