Os procuradores de Justiça do Maranhão divulgaram uma nota em apoio aos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que optaram por entregar seus cargos após a emissão de um parecer da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) favorável à libertação dos investigados na Operação Tântalo II.
A nota afirma que os membros do Gaeco sempre atuaram dentro da lei e na defesa da Justiça, e que a decisão de entregar os cargos demonstra respeito aos princípios da Constituição. Além disso, os procuradores destacam que as divergências jurídicas são próprias do Estado Democrático de Direito, mas que decisões institucionais dessa natureza impactam a credibilidade das investigações e a confiança da sociedade no sistema de Justiça.
A Operação Tântalo II foi deflagrada pelo Gaeco em 22 de dezembro e resultou na prisão e afastamento do prefeito, da vice-prefeita e de vereadores de Turilândia, além de outros investigados. A operação investiga o desvio de mais de R$ 56 milhões dos cofres públicos da cidade.



