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PRISÃO NO MARANHÃO: Mulher é detida por suspeita de envolvimento na morte de entregador de pizza

Jovem <strong>Eric Ryan Rego Sousa</strong>, de 19 anos, foi morto a pedradas no primeiro dia de trabalho em São Luís; três suspeitos já foram presos.

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Por Maranhão Expresso

15 de janeiro de 2026 em Polícia

PRISÃO NO MARANHÃO: Mulher é detida por suspeita de envolvimento na morte de entregador de pizza

Foto: G1 Maranhão

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A Polícia Civil do Maranhão efetuou a prisão de uma mulher nessa quarta-feira (14), elevando para três o número de detidos suspeitos de envolvimento na morte brutal do entregador de pizza Eric Ryan Rego Sousa, de 19 anos. O jovem foi assassinado a pedradas na noite de domingo (11), no bairro Cidade Olímpica, em São Luís, enquanto realizava sua primeira entrega de pizza. Até o momento, a identidade da mulher presa e sua exata participação no crime permanecem sob investigação.

O caso, que chocou a capital maranhense, já havia registrado duas prisões anteriores. O primeiro suspeito detido foi Carlos Adriano Serra Belém, de 24 anos, localizado pela polícia na segunda-feira (12). O homem, que possui ligação com uma facção criminosa e passagem por tráfico de drogas, foi autuado novamente por tráfico, pois foi flagrado com uma pochete cheia de entorpecentes durante a abordagem. O segundo preso foi identificado como Delys Silva Brasil, de 25 anos, cuja detenção ocorreu na terça-feira (13), na Cidade Olímpica.

Segundo a Polícia Civil, a principal linha de investigação aponta para uma execução. O superintendente de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), George Marques, explicou que a motivação principal seria o fato de Eric Ryan, natural de Nina Rodrigues (MA) e morador da Cidade Operária, não ser conhecido no bairro dominado por faccionados. Testemunhas relataram que o jovem foi atacado após se recusar a entregar o celular.

A polícia apura que os criminosos exigiram acesso ao aparelho para verificar sua vida pessoal, suspeitando que ele pudesse ser integrante de um grupo rival, possivelmente devido às suas tatuagens. O superintendente George Marques detalhou a dinâmica da investigação:

“Era uma pessoa estranha ao bairro, e esses indivíduos criminosos, faccionados, pertencem a uma facção criminosa bem violenta na Cidade Olímpica. Passaram a interrogá-lo e exigiram o aparelho celular dele para que vasculhassem a vida pessoal, para saber se ele era de outra facção.”

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