O prefeito de Turilândia, Paulo Curió, é apontado como chefe de uma organização criminosa que atuava nos poderes executivo e legislativo do município. A Operação Tântalo II investiga o desvio de R$ 56.328.937,59 dos cofres públicos, envolvendo empresas criadas de forma fictícia pelo prefeito e seus aliados políticos.
Entre os alvos estão o então prefeito de Turilândia (ainda foragido), a ex-vice-prefeita Janaína Lima (presa), além de vereadores (alguns presos, mas sem nomes informados até o momento), servidores públicos, empresários e outros agentes políticos. As irregularidades teriam ocorrido durante a gestão do prefeito Paulo Curió, entre 2021 e 2025.
A organização criminosa era liderada pelo prefeito Paulo Curió, com o apoio da vice-prefeita Tânia Mendes e da ex-vice-prefeita Janaína Lima. O esquema foi montado através de contratos fraudulentos com empresas de fachada, como o Posto Turi, que recebeu R$ 17.215.000,00 dos cofres públicos de Turilândia.



