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Polícia desmente venda de irmãos desaparecidos por R$ 35 mil; família corre risco no MA

Delegado Ederson Martins afirma que a informação de que a mãe e o padrasto venderam Ágatha e Allan não procede; principal linha é que se perderam na mata.

27 de janeiro de 20262 min de leitura2.958 Views
ME
Por Redação MAEX
Polícia desmente venda de irmãos desaparecidos por R$ 35 mil; família corre risco no MA
Foto: Foto: G1 Maranhão
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Em meio à angústia pelo desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, no povoado São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, a Polícia Civil do Maranhão precisou intervir para desmentir boatos graves que circulam nas redes sociais. Nesta terça-feira (27), o delegado-geral adjunto operacional, Ederson Martins, refutou veementemente a informação de que a mãe e o padrasto teriam vendido as crianças pelo valor de R$ 35 mil.

O delegado Ederson Martins alertou que a disseminação dessas notícias falsas representa um perigo direto para os familiares. Segundo ele, as investigações não apontam para o envolvimento da mãe e do padrasto, que não são o foco do inquérito policial. “Essa informação (que as crianças foram vendidas) não procede, infelizmente com tanta informação falsa, estão colocando a família das crianças em constante risco. Todas as informações que chegam estão sendo checadas, e nenhuma linha de investigação é descartada”, afirmou Martins. Apesar de nenhuma pista ser ignorada, a principal linha de investigação mantida desde o início é a de que os meninos, de fato, se perderam na mata.

A força-tarefa de segurança pública tem reiterado a gravidade de espalhar desinformação. Em 24 de janeiro, o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, já havia enfatizado que todas as pessoas ouvidas no inquérito foram na condição de testemunhas e que repassar informações falsas às forças de segurança é crime, passível de responsabilização. As buscas pelos irmãos, desaparecidos desde 4 de janeiro, continuam intensas na mata e na margem oposta do Rio Mearim. Além disso, a Polícia Civil de São Paulo descartou a hipótese de que Ágatha e Allan teriam sido vistos em um hotel no centro da capital paulista.

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