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Cães farejadores confirmam que crianças desaparecidas em Bacabal estiveram em casa abandonada

Pista crucial surge após 12 dias de buscas no Maranhão; o local foi descrito por Anderson Kauã, primo das vítimas, resgatado em 7 de janeiro.

ME

Por Maranhão Expresso

15 de janeiro de 2026 em Polícia

Cães farejadores confirmam que crianças desaparecidas em Bacabal estiveram em casa abandonada

Foto: G1 Maranhão

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Após 12 dias de angústia e buscas incessantes, a força-tarefa mobilizada em Bacabal, no Maranhão, conseguiu uma pista concreta sobre o paradeiro de Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos. Nesta quinta-feira (15), cães farejadores confirmaram que os irmãos, desaparecidos na zona rural do município, estiveram em uma casa abandonada, conhecida pelos policiais como "casa caída", no povoado São Raimundo. A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP).

A confirmação é considerada crucial, pois valida o relato de Anderson Kauã, de 8 anos, primo das crianças, que foi resgatado no dia 7 de janeiro. De acordo com o secretário de Segurança Pública, Maurício Martins, Kauã descreveu o local após ser encontrado, mencionando que chegou à casa com Ágatha e Allan em uma das noites de desaparecimento, deixando-os lá para buscar auxílio. Os cães farejadores identificaram a presença das três crianças no local, que foi reconhecido através de fotografia e de objetos como cadeiras, colchão e botas.

"Tivemos a confirmação pelos cães de que naquele local as três crianças realmente passaram. [...] Os cães farejadores identificaram a presença das três crianças inclusive como o Kauã descreveu, inclusive quem entrou por qual lado da casa. Os três estiveram lá,"

afirmou o secretário Maurício Martins. Apesar da pista, nenhum vestígio dos irmãos foi encontrado até o momento. Com isso, a nova estratégia é aumentar a região das buscas, intensificando os trabalhos em um perímetro maior que inclui mata, fazendas e o rio. Mais de 500 pessoas, incluindo reforços do Pará (sete bombeiros e dois cães) e do Ceará (cinco bombeiros e quatro cães), trabalham na operação, que também conta com mergulhadores vistoriando um lago de cerca de 300 metros quadrados.

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