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Buscas por irmãos desaparecidos no MA mudam estratégia e ativam Amber Alert

Força-tarefa reduz efetivo após 22 dias sem vestígios; investigação policial e alerta nas redes sociais são intensificados.

25 de janeiro de 20262 min de leitura2.550 Views
ME
Por Redação MAEX
Buscas por irmãos desaparecidos no MA mudam estratégia e ativam Amber Alert
Foto: Foto: G1 Maranhão
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A força-tarefa que busca pelos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desaparecidos desde o dia 4 de janeiro no Maranhão, passou por uma reestruturação estratégica. Após 22 dias de intensas varreduras que não resultaram em vestígios significativos, as autoridades reduziram o efetivo de campo para focar na investigação policial e na utilização de ferramentas digitais, como o protocolo Amber Alert, coordenado pela Polícia Civil do Maranhão.

O sistema Amber Alert é considerado essencial para ampliar o alcance das buscas, conforme destacou o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins. O alerta é ativado por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e utiliza plataformas da Meta, como Facebook e Instagram, para divulgar informações e imagens das vítimas em um raio de até 200 quilômetros do local do desaparecimento. Segundo o MJSP, o protocolo é utilizado de forma excepcional, quando há indícios de que a criança ou adolescente esteja em risco de morte ou de lesão corporal grave.

A mudança na estratégia ocorreu após o depoimento do primo de 8 anos, que foi encontrado em 7 de janeiro e teve alta na terça-feira (20). Ele retornou ao quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, e ajudou a reconstruir parte do trajeto, citando a "casa caída", onde cães farejadores confirmaram a passagem das crianças. O secretário Maurício Martins aproveitou para fazer um apelo crucial, alertando que a disseminação de fake news sobre o caso é irresponsável.

“É inaceitável e irresponsável a disseminação de notícias falsas sobre o desaparecimento das crianças no quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal. Boatos apenas ampliam a dor da família e prejudicam diretamente os trabalhos de busca”, afirmou Maurício Martins.

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