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Buscas por Ágatha e Allan em Bacabal entram na 3ª semana; Marinha usa sonar de alta tecnologia

Sem pistas concretas desde 4 de janeiro, força-tarefa ouve pescadores e intensifica varredura no Rio Mearim com equipamento trazido de Belém.

19 de janeiro de 20262 min de leitura3.196 Views
ME
Por Redação MAEX
Buscas por Ágatha e Allan em Bacabal entram na 3ª semana; Marinha usa sonar de alta tecnologia
Foto: Foto: G1 Maranhão
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A angústia em Bacabal, no interior do Maranhão, se aprofunda à medida que as buscas pelos irmãos desaparecidos, Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, completam mais de duas semanas sem pistas concretas. Desaparecidas desde o dia 4 de janeiro, as crianças mobilizam uma força-tarefa que agora intensifica a investigação e as varreduras. Nesta segunda-feira (19), agentes da Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA) estiveram no povoado São Raimundo, nas proximidades de onde o primo Anderson Kauã, de 8 anos, foi encontrado, ouvindo moradores da vila de pescadores na condição de testemunhas, já que não há indícios de envolvimento deles no desaparecimento.

Paralelamente à investigação conduzida por uma comissão de oito delegados da Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), as buscas no Rio Mearim receberam um reforço tecnológico crucial. A Marinha do Brasil mobilizou 11 militares e passou a utilizar o equipamento subaquático side scan sonar, trazido do Centro de Hidrografia e Navegação do Norte, em Belém (PA). Este sonar, que chegou a Bacabal no sábado (17), mapeia áreas submersas por ondas sonoras, produzindo imagens nítidas do fundo do rio, o que é vital devido à baixa visibilidade, forte correnteza e presença de árvores caídas que dificultam o trabalho dos mergulhadores.

A intensificação no rio Mearim ocorre após o relato de Anderson Kauã, resgatado no dia 7 de janeiro, que indicou ter estado com os primos em uma estrutura chamada de “casa caída” às margens do rio. Segundo o secretário de Segurança Pública, Maurício Martins, cães farejadores confirmaram a presença das crianças no local e desceram uma ribanceira em direção ao rio durante as buscas. Enquanto isso, o Corpo de Bombeiros segue com a estratégia de varredura minuciosa por quadrantes. Ao todo, são 45 quadrantes delimitados, dos quais 25 já foram totalmente vistoriados, em uma operação que envolve mais de mil pessoas, incluindo ICMBio, Exército Brasileiro e voluntários.

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