A Justiça do Maranhão converteu a prisão domiciliar em prisão preventiva de oito dos onze vereadores do município de Turilândia, no interior do estado. O pedido foi feito pelo Ministério Público após a constatação de descumprimento de medidas cautelares que proibiam o contato entre os investigados e testemunhas.
Os vereadores são investigados por suspeita de desvio de mais de 56 milhões de reais dos cofres públicos municipais. A defesa dos vereadores informou que tomou conhecimento da decisão por meio de blogs e redes sociais e afirmou que, até o momento, não foi formalmente intimada nem teve acesso ao teor completo da decisão judicial.
A defesa negou qualquer descumprimento das medidas cautelares impostas anteriormente e criticou a representação do Ministério Público, afirmando que o relatório que fundamentou o pedido seria “frágil”, baseado em suposições e interpretações equivocadas de interações em grupos de aplicativos de mensagens. Medidas judiciais serão adotadas para reverter a decisão, que classificam como injusta.



