A Universidade Estadual do Maranhão (Uema) desenvolveu uma pesquisa para melhorar o diagnóstico da leishmaniose canina, doença causada pelo protozoário Leishmania infantum e transmitida pela picada da fêmea do flebotomíneo, conhecido como mosquito-palha.
O estudo, realizado pelo Curso de Medicina Veterinária, ligado ao Centro de Ciências Agrárias (CCA), comparou o teste rápido imunocromatográfico com o exame imunoenzimático (ELISA) para aumentar a confiabilidade dos resultados e ajudar no controle da doença no estado.
As pesquisas foram conduzidas pelas alunas Maressa Naara Neves Eloi e Maria Clara Santos Bezerra Buna, sob a orientação do professor Fábio Henrique Evangelista de Andrade. O estudo mostrou que o teste rápido tem alta sensibilidade, enquanto o ELISA apresentou maior precisão na confirmação dos casos, reforçando a importância do uso de métodos complementares.



