Enquanto publicamente vendem a imagem de trégua no 1º turno contra o presidente Lula, o senador Flávio Bolsonaro e os principais nomes do PSD articulam, nos bastidores, uma estratégia de sobrevivência eleitoral marcada pelo jogo do “resta um”.
A direita formada pelos governadores Ratinho Júnior (PR), Eduardo Leite (RS) e Flávio Bolsonaro passou a se apresentar como um “front antiLula”, apostando que a multiplicidade de candidaturas no primeiro turno pode elevar a rejeição do atual presidente.
A estratégia nos bastidores é clara. Até abril, quando se encerram os prazos de desincompatibilização e as candidaturas começam a ganhar contornos definitivos, os principais nomes da direita evitam ataques diretos, mas observam de perto qualquer fator que possa enfraquecer um concorrente.



