Estamos assistindo a milhares de jovens iranianos irem às ruas para protestar contra a ditadura dos aiatolás. Meninas corajosas, que muitas vezes ainda nem chegaram à adolescência, ousam retirar o véu (hijab) do rosto e, por isso, são brutalmente castigadas e humilhadas.
Até o momento, organizações de direitos humanos estimam que cerca de três mil iranianos tenham sido mortos. Execuções públicas vêm sendo ordenadas sumariamente, enquanto atiradores da Guarda Revolucionária disparam indiscriminadamente contra civis.
O que ocorre no Irã é um dos maiores e mais cruéis massacres da história contemporânea. A história oferece exemplos incontestáveis desse fenômeno, como o regime nazista, a União Soviética sob Josef Stálin e o Brasil durante a ditadura militar.



