Os procuradores de Justiça divulgaram nota em apoio aos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que optaram pela entrega de seus cargos.
Os procuradores afirmam que os membros do Gaeco sempre atuaram rigorosamente dentro da lei, na defesa da Justiça e no combate a práticas que atentam contra a administração pública.
A operação Tântalo II foi deflagrada pelo Gaeco no dia 22 de dezembro, resultando na prisão e afastamento do prefeito, da vice-prefeita e de vereadores de Turilândia, além de outros investigados.



