Os motoristas brasileiros frequentemente enfrentam a escolha entre pagar mais por uma peça original ou arriscar com opções baratas de procedência duvidosa. No entanto, existe uma terceira categoria que pode ser desconhecida por muitos, e não saber sobre ela pode custar mais do que qualquer economia inicial.
A Anfape define claramente as diferenças entre peças originais, similares e falsificadas. As peças originais são produzidas pelos mesmos fornecedores das montadoras, enquanto as similares vêm de fabricantes independentes com certificação e garantia. Já as falsificadas são cópias ilegais sem testes ou garantia.
A confusão entre 'similar' e 'falsificada' é um erro comum nas compras online, e geralmente resulta em prejuízos. Um especialista em seleção de autopeças sugere que se uma peça custa 100€ no mercado e alguém a oferece por 20€, em 99% dos casos, é falsificada. Além disso, o mercado online de autopeças cresce cerca de 6% ao ano, e as vendas online representam aproximadamente 25% do total, o que aumenta o risco de substituição silenciosa de marcas.



