A Polícia Civil do RJ e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciaram a Operação Pecunia Obscura, contra um esquema de fraudes contra fintechs praticado na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Maranhão. Até a última atualização, 3 pessoas haviam sido presas.
Os investigados desviaram, de acordo com o inquérito, R$ 322 milhões em 5 anos e chegaram a negociar com o grupo de Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como o Faraó dos Bitcoins. Glaidson não é alvo nesta operação. Agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) e promotores do Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (CyberGaeco/MPRJ) saíram para cumprir 4 mandados de prisão e 23 de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Maranhão.
A Justiça também determinou o sequestro de bens, móveis e imóveis, e da quantia de R$ 150 milhões. Os alvos são Alex Maylon Passinho Dominici, Celis de Castro Medeiros Júnior, Saulo Zanibone de Paiva e Yago de Araujo Silva. O inquérito apura os crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.



