O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu a cassação do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da chapa do Podemos nas eleições proporcionais de 2024 em São Luís por fraude à cota de gênero.
A manifestação, assinada pelo procurador regional eleitoral Tiago de Sousa Carneiro, sustenta que houve utilização de candidatura fictícia para cumprir o percentual mínimo de 30% de candidaturas femininas e desvio de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).
O MPE aponta a candidatura de Brenda Carvalho Pereira como fictícia, com recebimento de R$ 300 mil do FEFC e apenas 18 votos. O parecer destaca a votação inexpressiva, a ausência de atos efetivos de campanha e a confissão da própria candidata sobre inexistência de campanha.



