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MP-MA aciona oito pessoas por esquema de servidores fantasmas em Jatobá com prejuízo de R$ 719 mil

Ministério Público pede bloqueio de bens e devolução de valores após investigação apontar ausência de trabalho e controle de jornada na prefeitura.

9 de maio de 20262 min de leitura3.332 Views
ME
Por Redação MAEX
MP-MA aciona oito pessoas por esquema de servidores fantasmas em Jatobá com prejuízo de R$ 719 mil
Foto: Foto: G1 Maranhão
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O Ministério Público do Maranhão (MP-MA) acionou a Justiça para solicitar a indisponibilidade de bens de oito pessoas suspeitas de participar de um esquema de servidores fantasmas na Prefeitura de Jatobá, cidade localizada a 422 km de São Luís. De acordo com a Promotoria de Justiça de Colinas, as irregularidades ocorreram entre os anos de 2021 e 2024, resultando em um prejuízo estimado de R$ 719,7 mil ao erário municipal.

As investigações, conduzidas em julho de 2024, apontaram que os envolvidos ocupavam cargos variados, mas não exerciam de fato as funções. Entre os nomes citados na ação e os respectivos prejuízos causados estão:

  • Aílton Pereira de Sousa (agente comunitário de saúde): R$ 133,6 mil
  • Narcizio Viana (auxiliar de serviços gerais): R$ 127,4 mil
  • Adão de Jesus Sousa (assessor): R$ 103,5 mil
  • Braz Alves de Morais (diretor): R$ 102,5 mil
  • Ronaldo Félix da Silva (vigia): R$ 96,2 mil
  • Richardson da Silva Sousa (fiscal): R$ 87,7 mil
  • Vinícius Pereira da Fonseca (agente administrativo): R$ 64,3 mil
  • Larissa Helen da Silva Sá (coordenadora de projetos): R$ 4,4 mil
O MP-MA destacou a inexistência de salas de trabalho, ausência de controle de ponto e o desconhecimento dos investigados por parte de outros servidores da administração municipal.

Além do bloqueio de bens, o órgão requer que cada investigado pague uma indenização de R$ 30 mil por dano moral coletivo. O pedido inclui ainda a devolução integral dos valores recebidos indevidamente, a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública e a proibição de realizar contratos com o Poder Público. O caso é investigado como ato de improbidade administrativa e segue sob análise da Justiça maranhense.

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