Em 1999, um menino cruzava as ruas da Rua Grande, em São Luís, vendendo sombrinhas e mochilas para sustentar seu amanhã. Não era metáfora, era trabalho, era sobrevivência.
A educação pública foi o seu chão quando o caminho parecia inclinar demais, oferecendo-lhe professores atentos, salas simples e livros compartilhados. A matemática, o magistério e a História foram fundamentais para sua formação.
Ele se tornou colega de curso de Direito na Universidade Federal do Maranhão, dividindo corredores, aulas e inquietações. A Justiça, para ele, não era abstração, era compromisso. Anos depois, se tornou professor da universidade pública e defendeu trabalhadores informais e comunidades tradicionais.



