Lideranças indígenas entregaram ao Ministério das Relações Exteriores uma proposta que prevê a criação de zonas livres de petróleo e gás em áreas de alta relevância ambiental e cultural.
A proposta integra um conjunto de recomendações para um “mapa do caminho global”, discutido na última conferência do clima, e busca influenciar negociações internacionais sobre clima e energia.
O coordenador da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, Dinamam Tuxá, afirmou que não há transição energética justa sem a garantia dos territórios indígenas, e que a demarcação e a proteção dessas áreas são medidas essenciais no enfrentamento da crise climática.



