O Conselho Deliberativo do São Paulo vota nesta sexta-feira (16) o pedido de impeachment do presidente Julio Casares, investigado por movimentações financeiras em espécie que somam R$ 11 milhões. A defesa do dirigente sustenta que os valores têm origem lícita e seriam referentes a bonificações por títulos conquistados durante a gestão.
Diferentemente do processo que culminou no afastamento do presidente do Corinthians em 2025, o rito no São Paulo é decidido exclusivamente pelos conselheiros, sem participação direta dos sócios do clube. Para que o impeachment seja aprovado, são necessários 171 votos favoráveis, número que corresponde a dois terços do Conselho Deliberativo.
Caso a destituição seja confirmada, o vice-presidente Harry Massis Júnior assume o comando do clube imediatamente. O estatuto do São Paulo ainda prevê que, caso seja comprovada gestão temerária, Julio Casares pode sofrer banimento do quadro social da instituição.



