O Ministério Público Federal (MPF), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) afirmaram que a ferramenta de inteligência artificial Grok, vinculada à plataforma X, continua gerando conteúdo sexualizado sem autorização.
Os órgãos disseram que as providências informadas pela empresa foram insuficientes e não apresentaram evidências concretas ou relatórios técnicos que comprovem a efetividade das ações.
Foi determinada a entrega de relatórios mensais com dados sobre a atuação da plataforma para impedir e reprimir deepfakes envolvendo menores e adultos sem autorização, com risco de multa diária caso a determinação não seja cumprida.



