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Greve dos Rodoviários chega ao 2º dia e afeta 700 mil passageiros na Grande São Luís

Sem acordo entre sindicatos, TRT determina frota mínima de 80%; nova audiência de mediação está marcada para a próxima terça-feira (4).

31 de janeiro de 20262 min de leitura2.856 Views
ME
Por Redação MAEX
Greve dos Rodoviários chega ao 2º dia e afeta 700 mil passageiros na Grande São Luís
Foto: Foto: G1 Maranhão
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A população da Grande São Luís enfrenta graves transtornos na mobilidade urbana, visto que a greve dos rodoviários do transporte público chegou ao seu segundo dia neste sábado (31). Sem a circulação regular dos veículos, a paralisação afeta diretamente cerca de 700 mil passageiros que dependem das linhas urbanas e semiurbanas da capital e região metropolitana.

O impasse se mantém após uma audiência de mediação realizada na tarde dessa sexta-feira (30) terminar sem acordo entre o Sindicato das Empresas de Transporte (SET) e o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Maranhão (Sttrema). Diante da situação, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) concedeu uma liminar determinando que 80% da frota de ônibus volte a circular imediatamente, enquanto as negociações prosseguem. Uma nova audiência crucial está marcada para a próxima terça (4), às 9h, na sede do TRT.

As reivindicações da categoria incluem um reajuste salarial de 15%, tíquete-alimentação no valor de R$ 1.500 e a inclusão de mais um dependente no plano de saúde. Segundo Marcelo Brito, presidente do Sindicato dos Rodoviários, uma contraproposta de reajuste de 12% foi apresentada durante a audiência, e os empresários se comprometeram a discutir a viabilidade desse percentual.

Em nota, a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) informou que o compromisso do Município de São Luís com o pagamento do subsídio ao sistema de transporte público encontra-se em dia. A SMTT também comunicou que foram liberados vouchers para corridas por aplicativo aos usuários do transporte público, “enquanto perdurar a greve”. Já a Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB) garantiu que o subsídio estadual está sendo pago regularmente, mas reforçou que as questões trabalhistas são de responsabilidade das empresas operadoras.

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