O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, prestou depoimento como convidado à CPI do Crime Organizado nesta quarta-feira (08). Durante a audiência, o gestor negou categoricamente ter exercido qualquer tipo de atuação pessoal no caso envolvendo o Banco Master perante o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto.
Em sua fala, Galípolo desmentiu a existência de diálogos com o ministro Moraes sobre o empresário Vorcaro. Além disso, o presidente da autoridade monetária afirmou que não havia amparo técnico para sustentar a narrativa que tentava atribuir ao seu antecessor, Campos Neto, a responsabilidade pela crise enfrentada pelo Banco Master.
O depoimento busca esclarecer as movimentações e decisões técnicas da autarquia. A declaração de Galípolo reforça a postura institucional do Banco Central e afasta as teses de interferência política ou pessoal na condução dos processos regulatórios e de fiscalização do sistema financeiro nacional.



