A explosão do foguete sul-coreano HANBIT-Nano logo após a decolar no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, não indica falha da infraestrutura brasileira envolvida no lançamento, segundo avaliação de um professor que participou do projeto.
Segundo o professor Alex Barradas, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), falhas em voo inaugurais não são tão incomuns. Ainda de acordo com o professor, o desempenho de lançamento esteve dentro do esperado, inclusive nos protocolos de segurança.
A missão tinha como objetivo colocar em órbita oito cargas, entre satélites de clientes e equipamentos experimentais. Com a falha, o foguete não conseguiu alcançar o espaço. As cargas úteis incluíam satélites como o Jussara-K, FloripaSat-2A e FloripaSat-2B, além de dispositivos experimentais como o PION-BR2 e o Sistema de Navegação Inercial (INS).



