Na manhã deste sábado (21), a empresa Expresso Rei de França, anteriormente conhecida como 1001, convocou seus colaboradores para uma reunião na sede localizada na Estrada da Maioba, em São Luís. O objetivo do encontro foi apresentar uma proposta de desligamentos voluntários diante da grave crise financeira enfrentada pela concessionária. A mobilização resultou na permanência dos veículos na garagem, afetando diretamente a circulação de ônibus em pelo menos 15 bairros da região metropolitana.
Segundo relatos de funcionários, o acordo oferecido pela empresa garante o acesso ao FGTS e ao seguro-desemprego, porém não contempla o pagamento de férias, tíquete-alimentação e salários atrasados. Há denúncias de que, em alguns casos, os depósitos do Fundo de Garantia não são realizados há oito anos. A Expresso Rei de França afirmou, em nota, que não houve decretação de falência e que as medidas visam a reorganização operacional do sistema de transporte público urbano.
A interrupção do serviço prejudicou moradores de diversas áreas, incluindo:
- Cohatrac
- Parque Vitória
- Ribeira
- Forquilha
- Ipem Turu



