O deputado federal Duarte Júnior (PSB-MA), que ocupa o cargo de vice-presidente da CPMI do INSS, manifestou-se publicamente sobre a decisão que resultou na quebra de sigilo do filho do presidente Lula. Segundo o parlamentar maranhense, não houve qualquer tipo de articulação prévia ou acordo político com o objetivo de blindar o familiar do chefe do Executivo durante as deliberações da comissão parlamentar.
De acordo com as explicações de Duarte Júnior, a base de apoio ao Governo Federal optou por realizar uma votação em bloco de requerimentos. No entanto, a estratégia não obteve êxito e os governistas acabaram derrotados no processo. O deputado lamentou o desfecho da sessão e o clima gerado no colegiado, descrevendo a situação como uma
confusão lamentávelocorrida entre os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito.
A quebra de sigilo de Lulinha ocorre em meio aos trabalhos de investigação da CPMI, evidenciando a falta de consenso entre os blocos parlamentares. O episódio destaca os desafios enfrentados pela articulação política governista dentro do Congresso Nacional, especialmente em votações decisivas que envolvem figuras próximas à presidência da República.



