O caso da pesquisadora Tatiana Sampaio e a tecnologia da polilaminina ganharam repercussão nacional, trazendo à tona discussões sobre propriedade intelectual e inovação no Brasil.
A história da polilaminina começa com ciência e pesquisa básica, não com a patente. A pesquisadora e seu grupo estudaram a laminina por mais de 25 anos, até chegar a uma aplicação terapêutica específica.
O pedido de patente foi depositado no Brasil em 5 de setembro de 2008, e a concessão ocorreu em 11 de fevereiro de 2025. No entanto, a proteção internacional não foi consolidada devido aos altos custos envolvidos.



