A defesa do deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) apresentou tese de que há erro na interpretação da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria Geral da República (PGR) quando acusa o parlamentar de negociação de liberação de propinas em emendas parlamentares.
Os advogados apresentaram documentos para mostrar que os recursos federais que estão no centro da investigação, pedido de propina, eram do Ministério da Saúde, oriundos de projetos da Prefeitura de São José de Ribamar.
A defesa de Maranhãozinho alega que as emendas parlamentares enviadas a São José de Ribamar foram feitas pelos então deputados federais Hildo Rocha (MDB), Eliziane Gama (PSD) e José Reinaldo Talvares nos anos de 2019 e 2020, comprovadas pela Controladoria Geral da União (CGU), e que o deputado e Eudes Sampaio eram adversários políticos.



