Uma crise institucional abala o Ministério Público do Maranhão (MPMA) após 10 promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) pedirem exoneração coletiva em protesto contra o parecer favorável à soltura de investigados no esquema de corrução em Turilândia.
O ato desarticula a estrutura do Gaeco e prejudica inúmeras investigações em andamento no estado, além de abrir um racha entre promotores e procuradores. O MPMA emitiu nota tentando amenizar o fato, afirmando que alterações em estruturas administrativas são eventos naturais.
Procuradores de Justiça se solidarizaram aos promotores do Gaeco por meio de nota, destacando que os promotores sempre atuaram dentro da lei e na defesa da Justiça. A saída voluntária dos membros do Gaeco provocará efeitos significantes, arranhando a imagem da instituição perante a sociedade.



