A CPMI do Crime Organizado no Senado foi marcada por críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) após a ausência do ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que havia sido convocado para prestar esclarecimentos sobre negociações envolvendo o Banco de Brasília (BRB) e a tentativa de compra do Banco Master.
O presidente da CPMI, Fabiano Contarato (PT-ES), criticou a atuação do STF em decisões relacionadas à comissão, afirmando que "todos somos iguais perante a lei, independentemente de raça, cor, etnia, religião, origem, orientação sexual. Só que, no Brasil, uns são mais iguais que outros".
Além de Contarato, outros senadores, como Alessandro Vieira (MDB-SE) e Sergio Moro (União-PR), também criticaram o fato de o STF tornar facultativos depoimentos e quebras de sigilo aprovadas pela comissão, o que, segundo eles, interfere no andamento das investigações e representa afronta ao cidadão brasileiro.



