A CPI do INSS cancelou um dos dois depoimentos previstos para esta segunda-feira (2) após o advogado Cecílio Galvão não ser localizado pela Polícia Legislativa do Senado. Ele era alvo de pedido de condução coercitiva aprovado pela comissão.
Galvão recebeu cerca de R$ 4 milhões de associações investigadas por realizar descontos ilegais em aposentadorias. Segundo relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), ele foi destinatário de repasses da Associação de Amparo aos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Ampaben) e da União Brasileira de Aposentados da Previdência (Unibap), apontadas como entidades envolvidas no esquema.
Aline Bárbara Mota de Sá Cabral é esperada para depor e o presidente da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência S.A. (Dataprev), Rodrigo Ortiz D´Avila Assumpção, pediu o adiamento de sua oitiva por estar em missão no exterior.



