O presidente da CPI do Crime Organizado, senador Fabiano Contarato, afirmou que vai avaliar 'caminhos processuais cabíveis' após a decisão do ministro Gilmar Mendes, que anulou a quebra de sigilo da empresa Maridt Participações, ligada ao ministro Dias Toffoli.
A medida da CPI previa a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa no período de 2022 a 2026. A CPI investiga o uso de instituições financeiras por organizações criminosas e considerou legítima a quebra de sigilo da empresa.
A decisão de Gilmar Mendes gerou críticas entre integrantes da CPI. O senador Eduardo Girão classificou o episódio como 'corporativismo' e 'afronta ao Parlamento'. Já o senador Esperidião Amin afirmou que a medida representa um desgaste institucional para o próprio STF.



