O Consórcio Via SL reagiu à recomendação do Ministério Público do Maranhão (MPMA) para que a Prefeitura de São Luís rompa o contrato de concessão do transporte público. Segundo o representante da empresa, Diego Rocha, a crise enfrentada pelo sistema não é isolada e foi agravada pela suspensão de repasses financeiros do poder público.
O principal agravante da crise ocorreu em novembro de 2025, quando a prefeitura teria zerado o subsídio destinado à empresa. Rocha afirma que a medida impactou diretamente o funcionamento do sistema, incluindo o pagamento de salários e a manutenção da operação.
A empresa também criticou as chamadas glosas — descontos aplicados nos repasses ao sistema de transporte — e afirmou que a prefeitura teria feito retenções unilaterais. Além disso, Rocha destacou que a prefeitura possui débitos com o Consórcio Via SL, o que agrava a crise financeira.



