O mercado de combustíveis no Brasil, responsável por movimentar aproximadamente R$ 1 trilhão a cada ano, tem se tornado um terreno fértil para ações criminosas. A alta lucratividade e a fiscalização considerada frágil atraem organizações que buscam lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e adulteração de combustíveis.
A cadeia produtiva, desde a refinaria até o posto de gasolina, apresenta diversas oportunidades para a prática de ilícitos. Facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), estão envolvidas em esquemas complexos que geram prejuízos bilionários para a União e para os consumidores.
A falta de rigor na fiscalização e a complexidade do setor dificultam o combate a esses crimes. Autoridades alertam para a necessidade de modernização dos sistemas de controle e de uma maior integração entre os órgãos responsáveis para coibir a atuação das organizações criminosas e proteger a economia nacional.


