A jornalista Fernanda Chaves, única sobrevivente do atentado que matou a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes em 2018, afirmou que o julgamento do caso Marielle pelo Supremo Tribunal Federal (STF) representa um passo importante, mas não repara a dor das vítimas.
“Sem dúvida nenhuma, é uma sensação de alívio. A Justiça só não repara a dor da gente. Ela tem um papel pedagógico e moral, que é simbólico, mas não repara a dor”, disse Fernanda Chaves.
O atentado ocorreu em março de 2018, quando o carro em que estavam Marielle, Anderson e Fernanda foi atingido por 13 tiros no Rio de Janeiro. A Primeira Turma do STF condenou vários envolvidos, incluindo Domingos Inácio Brazão, João Francisco Inácio Brazão, Ronald Paulo Alves Pereira, Robson Calixto Fonseca e Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, por crimes como duplo homicídio qualificado, tentativa de homicídio e organização criminosa armada.



