O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, criticou a possibilidade de compensação financeira a empresas para viabilizar o fim da escala 6x1 no Brasil.
Ele afirmou que não considera razoável que trabalhadores financiem, por meio de impostos, medidas de compensação para empresários.
A declaração foi dada durante audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta de redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e a adoção da escala 5x2, com dois dias de descanso remunerado.



