O Banco Central do Brasil, sob a gestão do ex-presidente Roberto Campos Neto, realizou duas auditorias externas nos precatórios do Banco Master, mas não identificou irregularidades.
As análises foram realizadas pelo escritório Galdino Advogados e pela KPMG, após questionamentos de agentes do mercado financeiro sobre a existência e a possível supervalorização desses ativos no balanço da instituição.
A estratégia de aquisição de ativos considerados de maior risco e menor liquidez era um dos principais pontos de atenção do mercado e tornou-se foco de suspeitas. O Banco Central solicitou documentação que comprovasse a origem dos precatórios, a validação dos valores e a avaliação do risco de recebimento.



