O mundo está passando por uma transformação silenciosa em sua infraestrutura elétrica, com 2026 se consolidando como o ano do BESS (Battery Energy Storage System), um sistema de armazenamento em baterias que resolve o dilema da energia solar: a dessincronia entre o sol e o consumo.
A tendência global é clara, com o mercado de BESS dando um salto exponencial, impulsionado pela queda nos custos das células de Lítio-Ferro-Fosfato (LFP), que hoje apresentam preços cerca de 30% menores do que há dois anos.
No Brasil, o cenário é de paradoxo, com excesso de oferta de energia durante as horas de sol, mas desafio crítico de confiabilidade das 18h às 21h, onde o BESS se torna imbatível, oferecendo resposta instantânea e estabilizando a frequência e a tensão da rede.


