As mulheres dedicam, em média, 9,6 horas semanais a mais do que os homens em tarefas domésticas e cuidados, o que representa mais de mil horas dedicadas com o outro - filho, marido, pais - mas não remunerado e invisível socialmente.
Estudo conduzido por pesquisadoras da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) revela que 90% dos cuidadores informais no Brasil são mulheres, principalmente filhas, cônjuges e netas, com média de idade de 48 anos.
Segundo a pesquisadora Valquiria Elita Renk, as mulheres sentem cansaço, solidão, se sentem desamparadas, não recebem bonificação, não têm previdência e a família nem sempre colabora, tornando o trabalho do cuidado um fardo pesado e invisível.



